Este vídeo apresenta um dos grandes contrastes temáticos
debatidos na escola, onde se coloca o capitalismo como o vilão da história,
gerador de pobreza e miséria, e se faz a defesa do socialismo/comunismo,
ideologia que, na verdade, é a verdadeira responsável pela miséria dos povos.
sexta-feira, 31 de março de 2017
quinta-feira, 30 de março de 2017
Vídeo: Você tem obrigações sociais (escola) versus você é livre para viver sua vida
Este vídeo apresenta um dos contrastes entre o que se aprende na escola e
o que faz parte do mundo real, neste caso a natureza humana, que tem
desejo de realização, o que significa dizer que os indivíduos precisam
de liberdade, algo totalmente contrário a qualquer tipo de
autossacrifício em prol de causas coletivas, como a utopia de mundo
melhor baseado na concepção de homem como meio para realização desse
fim.
O indivíduo, sim, é um fim em si mesmo e a escola comete uma
agressão quando busca anular esse princípio para cobrar sua militância
social e ambiental, fomentando a aparição de justiceiros sociais.
terça-feira, 21 de março de 2017
Livro: Coisas que você aprendeu na Escola que podem estar atrapalhando sua vida
Desde
criança, passando pela adolescência e chegando à vida adulta, somos movidos por
inúmeros sonhos. Nem sempre temos claro que, para que as coisas aconteçam,
precisamos iniciar uma marcha na direção deles e muito menos de que as coisas
que pensamos sobre nós próprios e sobre a vida podem ser catapultas ou
obstáculos na concretização de muitos deles. Nesse sentido, qual a
interferência da escola em nossa vida?
Ela
seria positiva se o ensino se constituísse em um trabalho com atividades que
favorecessem o desenvolvimento de habilidades fundamentais para a vida, como a
linguística, o cálculo, as noções básicas do mundo, esportes, tecnologias e
matérias também do mundo real, como finanças, comércio e negócios, mas,
principalmente, se a escola não doutrinasse os estudantes com ideias contrárias
à natureza humana e aos valores da liberdade.
O
problema é que isso é posto de lado em nome de uma educação que supostamente humaniza,
que faça dos estudantes militantes em prol da luta por um mundo melhor, pela
justiça e pela igualdade social. Como resultado, eles aprendem, desde cedo, a
se abandonar para salvar o mundo e, no pacote desse estímulo espartano, vem uma
série de doutrinas e conceitos distorcidos da realidade que tende a confundir
sua cabeça e pode levar muitos a se perderem.
Você
não precisa de muito esforço para se lembrar de que, nessa escola, provavelmente
aprendeu muitas coisas que podem estar atrapalhando sua vida: você tem
obrigações sociais ou é livre de verdade para viver? Você deve se orientar
pelas ideias dos outros ou seguir sua intuição e seu discernimento? O
Capitalismo e a Revolução Industrial são dois vilões ou os responsáveis pela
melhoria nas condições de vida das pessoas em todo o mundo? A educação deve
domesticar as pessoas para a paz ou deve respeitar os instintos de autoproteção
de cada um? Os estudantes devem intervir na sociedade para melhorar as coisas
ou devem oferecer essa melhora por meio do trabalho, de inventos, de tecnologia
e de serviços? Os estudantes precisam aprender ética e valores ou devem ter
seus valores pessoais respeitados? Precisam ser estimulados a lutar para
construir uma sociedade justa e perfeita ou devem ser respeitados nas suas
buscas pessoais, entendendo que cada um é responsável pela própria vida? Devem
aprender a se colocar no lugar do outro ou devem ser respeitados para que fiquem
consigo mesmos? Devem ser educados a viver para aprender ou a viver para se
realizar?
Esses
são alguns pontos discutidos neste livro, que procura demonstrar o quanto essa
educação falha com estudantes que têm um ímpeto de realizar um projeto pessoal
de vida, mas são esmagados por uma escola coletivista que massacra qualquer
ideia de individualidade e de subjetividade em nome de uma política de salvação
do mundo.
Livro: Conversa com um Professor Insatisfeito com a Educação
O
magistério tem-se tornado uma profissão cada vez menos atrativa, em função das
condições de trabalho, que vão desde a baixa remuneração, passando pelo
estresse com riscos iminentes de doenças físicas e, principalmente, mentais,
pelos riscos de violação à integridade física do professor, já que a mental é
agredida diariamente, pela falta de apoio das famílias, pela cobrança de
cumprimento de metas estabelecidas pelos governos, pela tentativa constante de
controle da liberdade de cátedra por meio de programas prontos para serem
executados e pela imposição de uma metodologia tida como correta. Fora o
assédio moral implícito e até explícito nos cursos de formação, que tentam
convencer o professor de que ele é a causa do fracasso da educação.
Somem-se
a isso as intervenções feitas em sala de aula por gestores que invadem esse
espaço para ver como o professor está trabalhando, o que passa o recado para o
estudante de que seu professor não é confiável e não tem a competência necessária
para contribuir com sua formação. Temos também um conjunto de ideias
pedagógicas que são impostas como sendo mais eficientes do que o olhar do
professor que está diariamente em contato com a realidade e é aquele que, de
fato, sabe em que dose deve dar o “remédio” dos conteúdos curriculares.
Ainda
temos a exigência de aula diferenciada, a ignorância do papel da família na
educação da criança e do adolescente e a crença de que teorias possam ser mais
eficazes do que os instintos materno e paterno na condução da educação dos
filhos, para que a escola fique responsável apenas pelos conteúdos para o
trabalho e para a vida.
Por
fim, os professores são obrigados ao uso de um vocabulário politicamente
correto, e utilizar palavras diferentes não é uma opção, sob a pena de ser
tachado de inferiormente moral. Aliás, ele é doutrinado o tempo todo a seguir
uma “linha” ideológica e, da mesma forma, precisa adotá-la, caso contrário, vai
ser perseguido ou ter de viver no ostracismo.
Se,
no passado, o magistério tinha a adesão de muitas pessoas, não é o que ocorre
nos dias de hoje, pelo menos não no Brasil. E disso dão provas os próprios
estudantes que afirmam que não seriam professores pelo que testemunham em sala
de aula.
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