sexta-feira, 7 de julho de 2017

Livro: Pedagogia libertária



“Pedagogia libertária” defende uma educação centrada no aluno como um fim em si mesmo, orientada por um viés individualista, com defesa do livre mercado e do seu papel na construção da riqueza, valorizando a educação como serviço baseado nas aspirações dos estudantes sob os cuidados de seus pais, e com a defesa do discernimento como o guia da vida, e dos instintos materno e paterno como os verdadeiros condutores na educação do filho.
O livro opõe-se às pedagogias que, em cem por cento, têm uma natureza coletivista; são anticapitalistas, invasivas aos valores familiares e individuais e, além disso, cobram autossacrifício do estudante, transformando-o em justiceiro social e em ativista ambiental.
            “Pedagogia libertária” rejeita o controle estatal da educação, pois seu órgão regulador, o Ministério da Educação, faz a má ação de impedir formas criativas de serviço para suprir a demanda de cada um dos estudantes e de suas famílias.  De maneira arrogante, achando que tem o cálculo pedagógico, impõe um currículo padronizado para todos por meio de uma educação compulsória, sob a ameaça aos pais que se negarem a passar por ele .
O livro critica o desrespeito aos valores das famílias e do aluno (sexualidade, ética, moral e religião), haja vista que grupos corporativistas se infiltram no Estado para impor suas fantasias e preferências ideológicas para que os pais aceitem como verdade.
            Finalmente, cobra a liberdade em educação, de forma que tudo parta e termine no estudante: escola é serviço; educação é serviço; e ninguém mais do que o aluno e seus pais sabem o que é melhor para si e são esses que devem ter o controle do que precisam aprender, do que querem desenvolver e aonde querem chegar. São eles que têm o direito de escolher que currículo querem a partir dos inúmeros que poderiam surgir se houvesse livre mercado em educação.

Leia em Amazon.com.br