De fato, a educação que está aí diminui e desvaloriza o papel da família na vida do estudante. Não por parte dos professores que, evidentemente, querem trazer os pais para próximo do seu trabalho como parceiro porque sabem que a presença deles é fundamental. Mas do ponto de vista dos pesquisadores em educação, a família tem um papel secundário, quase nunca comparece nos debates e nos textos que eles escrevem. E isso é compreensível porque eles querem defender a fantasia das suas pesquisas e acreditam que é possível educar crianças e adolescentes por meio dessas ideias fantasiosas. E todas as pessoas que gostam de se iludir com fantasias negam o caráter natural que existe na vida, como, por exemplo, os instintos materno e paterno que são os mais eficazes na educação de um filho do que qualquer teoria pedagógica, o que faz dos pais os mais interessados e capacitados a educar os filhos.
quarta-feira, 21 de dezembro de 2016
Vídeo: Porque essa educação ameaça diariamente as liberdades individuais
Sim. A educação que temos ameaça diariamente as liberdades individuais. E de que forma podemos perceber isso? Podemos por meio do discurso da intervenção social, que é a exigência de que as pessoas participem ativamente da luta por melhoria no mundo, por justiça social e por preservação ambiental, o que não poderá ser feito sem autoabandono. E tal discurso justifica a presença de um Estado cada vez maior e intervencionista na vida das pessoas, criando leis injustas, transferindo de uns para dar a outros, legislando contra os indivíduos e avançando na sua privacidade.
terça-feira, 20 de dezembro de 2016
Vídeo: Porque essa educação promove uma anulação diária do individualismo do estudante
A educação que temos promove a anulação do individualismo do estudante. E basta você perceber que todo o discurso dentro da escola é coletivista. Estimula-se o tempo todo que o estudante seja um militante de causas sociais e ambientais, e nenhuma importância é dada a seu projeto pessoal de vida.
Vídeo: Porque essa educação promove uma agressão diária do discernimento do estudante
Sim, o atual sistema de educação promove uma agressão diária ao discernimento do estudante. E de que forma? Ele faz isso de várias maneiras, entre as quais por meio da doutrinação. O que só mostra que os gestores em educação não acreditam que o estudante tem a capacidade natural de interpretar as coisas por ele próprio. Esses gestores não acreditam que ele é dotado de algo chamado discernimento, que é a capacidade natural que temos de ver as coisas e de tomar decisões a partir do nosso juízo.
segunda-feira, 19 de dezembro de 2016
Vídeo: A história é uma busca por realização pessoal, não uma luta de classes
Uma das coisas que os alunos aprendem em aulas de história é a velha máxima de que a história é uma luta de classes. Aprendem que opressores contra oprimidos constituem um padrão constante da história. Quando é que os estudantes aprendem que a história é uma realização de um projeto pessoal de vida, um projeto deles, e que a história que importa é a história que eles construírem para si.
Vídeo: Os verdadeiros revolucionários da história: inventores, empreendedores e cientistas
Quem são os maiores revolucionários da história? Quem são os que mais melhoraram as condições de vida das pessoas? Da minha perspectiva não é nenhum dos nomes que você possa estar pensando: os maiores revolucionários da história são os inventores, os cientistas e os empreendedores. São essas pessoas que, pensando no próprio interesse, contribuíram de forma indireta para a vida das pessoas.
sexta-feira, 16 de dezembro de 2016
Vídeo: Liberdade exige total ausência de obrigações sociais
É interessante notar que as pessoas, em bares, em bate-papo familiar, exaltam a importância e o valor da liberdade. E essas mesmas pessoas, em outros momentos, cobram que haja intervenção governamental e pessoal para que as coisas deem certo, para que haja controle social. O fato é que essas duas coisas são incompatíveis. O gosto pela liberdade ou a intervenção social é o que gera posturas do tipo liberal ou socialista. Os que amam realmente a liberdade precisam saber que ela exige total ausência de obrigações sociais e de intervenção. Se realmente quisermos levar a liberdade a sério, precisamos ter isso em conta.
Livro: Por que não Acredito nessa Educação
A educação que está aí agride o discernimento do estudante com a
doutrinação que impõe; anula o individualismo e a liberdade individual,
justificando isso com suas propostas coletivistas para uma sociedade
melhor; massacra os projetos pessoais de vida com a imposição de
autossacrifício para salvar o mundo e para garantir uma suposta justiça
social; crê que burocratas e pesquisadores em educação podem fazer mais
por uma criança e um adolescente do que seus pais; defende uma escola
intervencionista na vida do estudante; prega um conceito de moral que
ignora a medida de cada um; destrói os instintos naturais de
autoproteção, autovalorização e autorrealização; conspira contra os
valores da liberdade; conspira contra a sociedade de mercado; impõe um
viés socialista e baseado em uma psicologia vitimista para leitura do
mundo; ignora a vontade pessoal ao impor um visão racionalista das
coisas; tem um currículo antipragmático; destrói a inteligência
emocional ao promover a manipulação das ações dos estudantes por meio de
emoções negativas, como o medo, a dúvida e a culpa; ignora que
aprendizagem é apenas meio, pois o que conta na vida é a realização de
objetivos pessoais.
Vídeo: Sim à valorização da responsabilidade individual; não às políticas compensatórias
Não sei se por intuição ou porque razão, mas creio que todos somos dotados de condições para fazer as coisas que são importantes para nós. Rejeito qualquer forma de política compensatória, como cotas, por exemplo, que vicie esse jogo, criando injustiça. Creio que as pessoas devem buscar as coisas importantes para si com o próprio esforço pessoal e que não pode haver intervenção estatal nesse caminho, o que só gera distorções e estimula conflito entre as pessoas.
quinta-feira, 15 de dezembro de 2016
Vídeo: Aceitar as coisas como são acalma; senso crítico é uma perturbação e leva ao autoabandono
Somos educados na escola a pensar nas coisas de fora da nossa vida. O que menos fazemos ou o que raramente fazemos é pensar em nossos objetivos de vida. Pensar em nós é sempre visto como egoísmo e como coisa a ser desprezada. É isso que ouvimos na escola. Aprendemos que devemos ter atenção para com os problemas do mundo e que devemos lutar para resolvê-los. Aprendemos que devemos ter um senso crítico para isso.
Você pode aceitar essa tese se quiser. Eu, porém, gostaria de considerar que existe um senso negado pela escola, que é o senso natural chamado discernimento, que é o senso que favorece nossa autopromoção como indivíduo. Esse senso, sim, merece nossa valorização, pois o seu resultado é a luz de que necessitamos para caminharmos e cumprirmos nossos objetivos pessoais. Enquanto o senso crítico tira nossa paz interior e nos leva ao autoabandono, o senso natural (o discernimento) nos acalma e traz serenidade para nossa vida.
Vídeo: Aprendizagem é apenas meio; o que realmente conta na vida é o que realizamos
Por alguma razão as pessoas estão convencidas de que uma vida baseada na contemplação do conhecimento é uma vida mais interessante do que uma vida baseada na realização de coisas pessoais. De fato, as pessoas são mais interessadas em aprender do que em fazer. Aliás é sempre repetido o ditado "é vivendo e aprendendo". Você nunca ouve algo do tipo "é vivendo e realizando"; "é vivendo e realizando". Muitas pessoas, porém, só tem prazer em uma vida baseada em realizações pessoais. Para estas, aprendizagem é apenas meio: o fim é realizar.
quarta-feira, 14 de dezembro de 2016
Vídeo: Individualismo versus coletivismo
A oposição entre individualismo e coletivismo está muito longe de acabar. Creio que um dos problemas em torno dessa discussão é que, para liberais e libertários, o coletivismo deve ser o resultado natural de buscas individuais, ou seja, o individualismo deve ser o ponto de partida das ações humanas. Já, para socialistas e coletivistas não; para esses o coletivo está acima de qualquer individualidade; defendem planejamento centralizado e acabam atraindo o gosto da maioria das pessoas, pois, em geral, elas preferem acreditar que os outros cuidarão melhor delas e farão mais por elas do que elas próprias.
O problema é que o coletivismo leva à servidão, colocando sempre em risco às liberdades individuais.
Vídeo: Responsabilidade social é um pedido de benção dos capitalistas aos socialistas
O tema da responsabilidade social surge no início do século XX nos
Estados Unidos e, no Brasil, apenas no final do século. Ele trata da
discussão da responsabilidade dos empresários na sua relação com a sua
atividade e os consumidores. A responsabilidade social é como a
solidariedade: ambas são ações espontâneas que acabam perdendo o sentido
devido ao caráter de obrigatoriedade. Assim, um empresário do ramo
da celulose, por exemplo, ao invés de investir em replantio de árvore, o
que faz sentido dentro da sua atividade, acaba tendo de criar alguma
fundação que distribua benefícios para passar a ideia de que não é
malvado e, portanto, também faz o bem às pessoas. Na realidade, a
responsabilidade social não deixa de ser uma manipulação dos socialistas
aos capitalistas.
terça-feira, 13 de dezembro de 2016
Vídeo: Os problemas em torno da ideia de direito social
Se os indivíduos decidem que querem direitos sociais precisam ter claras algumas questões ou uma rede de causalidades: direito social é igual à Estado grande e inchado, interventor na vida das pessoas, das famílias, dos negócios, da economia, das liberdades individuais.
Os verdadeiros direitos nascem com os indivíduos e são os direitos naturais: o direito à vida, à liberdade e à propriedade. Direito social é um caminho arriscado para perda da liberdade individual.
Vídeo: Preocupações coletivistas são contrárias às liberdades individuais
Acho estranho quando vejo um liberal discutindo questões sociais do tipo como acabar com a pobreza. Creio que perguntas como essas pertencem aos coletivistas e aos socialistas, pois elas evocam a solução por meio do Estado interventor, que sempre vai esbarrar no controle das pessoas e no sufocamento das liberdades individuais.
Amantes da liberdade devem ter claro que a pergunta que cada um pode fazer a si mesmo é como se pode fazer para conseguir melhorar a condição pessoal de vida. Qualquer pergunta de natureza coletivista é contrária às liberdades individuais.
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