A educação que está aí agride o discernimento do estudante com a
doutrinação que impõe; anula o individualismo e a liberdade individual,
justificando isso com suas propostas coletivistas para uma sociedade
melhor; massacra os projetos pessoais de vida com a imposição de
autossacrifício para salvar o mundo e para garantir uma suposta justiça
social; crê que burocratas e pesquisadores em educação podem fazer mais
por uma criança e um adolescente do que seus pais; defende uma escola
intervencionista na vida do estudante; prega um conceito de moral que
ignora a medida de cada um; destrói os instintos naturais de
autoproteção, autovalorização e autorrealização; conspira contra os
valores da liberdade; conspira contra a sociedade de mercado; impõe um
viés socialista e baseado em uma psicologia vitimista para leitura do
mundo; ignora a vontade pessoal ao impor um visão racionalista das
coisas; tem um currículo antipragmático; destrói a inteligência
emocional ao promover a manipulação das ações dos estudantes por meio de
emoções negativas, como o medo, a dúvida e a culpa; ignora que
aprendizagem é apenas meio, pois o que conta na vida é a realização de
objetivos pessoais.

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