sábado, 22 de abril de 2017

Vídeo: O meio ambiente e o discurso catastrófico falacioso



                Vídeo que faz uma crítica ao discurso ambientalista catastrófico que chega à escola, causando pânico entre os estudantes, cobrando deles militância na causa ambiental e, por tabela, estimulando neles o ódio ao capitalismo e aos empreendimentos industriais como sendo os responsáveis pela destruição ao planeta, o que, na realidade, é exatamente o contrário, pois, graças ao capitalismo, à Revolução Industrial e às pesquisas científicas o planeta terra é um lugar menos ameaçador do que foi durante toda a História do homem.

quinta-feira, 20 de abril de 2017

Livro: Pare de Acreditar na Educação



            Animais selvagens, em cativeiro, perdem o instinto de sobrevivência e, para que regressem à vida natural, precisam ser treinados novamente, a fim de que possam tentar recuperar esse instinto, pois, do contrário, teriam muitas dificuldades de sobreviver, razão pela qual continuam no cativeiro, domesticados e, às vezes, inofensivos, atendendo ao sorriso dos visitantes, mas dependentes de serem cuidados para todo sempre.
            O cativeiro do ser humano é a escola.
Noé Amós Guieiro

            Esta epígrafe abre o livro “Pare de Acreditar na Educação”, apresentando vários problemas da escola, entre os quais a destruição dos instintos humanos, como o senso de autoproteção e de autopreservação, que são bombardeados com a justificação da violação à vida, à liberdade e à propriedade por meio da defesa da compaixão ao agressor/invasor e à sua história de vida.
            O livro demonstra como, na escola, nega-se o discernimento, que é o verdadeiro guia da vida, anulando-o com ideias de certo e errado e de politicamente correto, inclusive convencendo o estudante de que a voz de qualquer autoridade é a verdade, e não o que ele enxerga por meio desse mecanismo de “luz natural”, que é substituído pelo tal do senso crítico que, na realidade, é o senso marxista com novo nome.
            Nessa escola, coloca-se o coletivo acima do individual, chama-se de egoísmo a busca pessoal, a prosperidade e o foco na própria vida, fomentando a tese de que bom ser humano é o que vive como escravo servindo gratuitamente às pessoas, enquanto a cobrança por um serviço é vista como coisa de gente gananciosa e capitalista. Assim, persuade-se o estudante para que gaste todos os neurônios para resolver os problemas do mundo, gratuitamente, o que significa dizer, abandonando-se, saindo diariamente de casa para lutar por um mundo utópico, claro, onde os chefões e poderosos terão do bom e do melhor, enquanto ele terá de amargar a escassez, a renúncia de sonhos pessoais e a desmoralização em casa pela família e, fora dela, pelos amigos. Dessa forma, a busca da felicidade acaba sendo massacrada com uma vida de autossacrifício para salvar o mundo em nome de uma suposta justiça social.
            É uma escola que só tem um propósito: formar justiceiros sociais e ambientalistas.
            “Pare de acreditar na educação” discute mitos, falácias e mentiras sobre educação, como, por exemplo: A educação é realmente a base de uma sociedade melhor? Mostra que, onde a educação está melhor, ela apenas foi consequência, não causa, da dinâmica de um mercado mais aberto e livre, o que, inclusive, favoreceu o seu desenvolvimento, como ocorreu com a Coréia do Sul, Xangai (China), Chile. Ou seja, ela não foi o fator de alavancagem, mas recebeu o efeito de um mercado mais livre.
            O livro apresenta exemplos de países que melhoraram seus indicadores em educação, graças à força do Capitalismo de livre mercado, embora alerta para os problemas do planejamento centralizado da educação, que é feito por meio do controle estatal e da imposição de um currículo para todos, o que é contrário à própria ideia de desenvolvimento do indivíduo, com respeito a seu tempo e a suas aptidões, trazendo como exemplo o alto índice de suicídio entre jovens no Japão e na Coréia do Sul, sendo a principal causa de mortes na adolescência. Além disso, tal monopólio inibe a aparição de novas experiências de conceber a escola e de oferecer serviços de educação mais satisfatórios e com base no anseio de muitas crianças e de suas famílias.
            “Pare de Acreditar na Educação” discute inverdades como a que afirma que a educação é fundamental para o crescimento do PIB de um país, chamando a atenção para o fato de que o Brasil dos anos1960 cresceu a taxas elevadíssimas, entre 7 e 11%, com educação para uma minoria, enquanto o Brasil da década de 2010 entrou na maior recessão da história com educação para todos.        
            O livro desconstrói mitos com temas bem radicais, como, por exemplo: “o que melhora a produtividade é a tecnologia, e não a educação”; “exemplos de sucesso de pessoas que não ligaram muito para a escola e das que não se importaram com o ensino superior”; “livre mercado possibilita o enriquecimento das pessoas, e não a educação”; “propriedade privada pacifica o mundo, e não a educação”; “livre comércio também pacifica o mundo, e não a educação”.
            O livro também procura demonstrar o quanto essa educação é autoritária, impondo um vocabulário politicamente correto; o quanto ela invade questões de foro íntimo, como a sexualidade, a religião e os valores familiares. Demonstra o quanto a psicologia por ela praticada é negativa, pois se vale do medo como instrumento de controle, ao invés de focar a coragem; aliás, ela é uma destruidora ilimitada da inteligência emocional, pois é contra o individualismo e contra todos os elementos emocionais que deveriam estar a favor do indivíduo, como a coragem, a autodeterminação, o hábito de tomar riscos calculados e a autoconfiança; tudo isso é distorcido pelo fato de o indivíduo ser tratado como um meio para se construir um projeto de sociedade a partir do desejo de grupos dominantes, especificamente como um escravo a serviço da coletividade, ao invés de ser visto como um fim em si mesmo, ou seja, como alguém livre para realizar-se como pessoa.

sexta-feira, 7 de abril de 2017

Vídeo: O "mito" Paulo Freire



             Este vídeo faz uma crítica ao fato de a educação brasileira estar alicerçada na figura de Paulo Freire, que é considerado um verdadeiro mito em matéria de educação. É impressionante como os educadores, em geral, não levam em conta o fato de a pedagogia freireana se inspirar nos ideais marxistas e nos líderes comunistas, como Fidel Castro, Che Guevara e os soviéticos. Fica difícil acreditar que uma educação com raízes fincadas nesse ideário possa garantir a emancipação, a autonomia e as liberdades individuais dos estudantes.

quarta-feira, 5 de abril de 2017

Vídeo: E, no dia seguinte, não havia mais Ministério da Educação



            Este vídeo faz uma crítica à centralização da Educação no Ministério da Educação, chamando a atenção para o fato de que, para além da baixa qualidade da educação do país como decorrência do monopólio do conteúdo pragmático estatal, está o desrespeito ao indivíduo e à família que tem direitos autoevidentes de buscar um tipo de serviço educativo que atenda as especificidades e interesses pessoais, o que é impossível em função de uma matriz curricular padronizada e de barreiras a outras formas de educação.

sábado, 1 de abril de 2017

Vídeo: Ser guiado pelas ideias dos outros (escola) ser guiado pelo próprio discernimento



             Este vídeo faz uma crítica à desvalorização que ocorre na escola do discernimento do estudante, o que é feito por meio de doutrinação ideológica e da imposição da fala de autoridades, cuja consequência é a insegurança individual e a perda de confiança em si próprio.