O vídeo faz três críticas: 1) à frase de Sócrates "A
vida sem reflexão não merece ser vivida"; 2) à expressão acadêmica
"utilizar o autor x para 'lançar uma luz'" e 3) à frase "Quando encontrares a luz,
vai buscar o seu amigo que está em trevas".
sexta-feira, 16 de junho de 2017
quinta-feira, 15 de junho de 2017
sexta-feira, 9 de junho de 2017
Livro: Pedagogia do Indivíduo
“Pedagogia
do Indivíduo” opõe-se às pedagogias que, em cem por cento dos casos, têm uma
concepção coletivista de pensar a educação, o que fatalmente recai na formação
de pessoas condicionadas à servidão social, que aceitam se anular em prol do
bem comum, sacrificando-se, ou seja, aceitando ser um meio (objeto) para a
realização das utopias de grupos dominantes.
Ao
contrário dessa linha, o livro mostra a importância de se conceber o indivíduo
como um fim em si mesmo, o que significa retirar dele qualquer cobrança de
autossacrifício em prol do mundo ou qualquer estímulo à militância em prol da
justiça social e de ações ambientalistas.
Opõe-se:
à educação controlada pelo Ministério da Educação, de natureza padronizada e
inflexível; à ideia de bem comum; à doutrinação ética, moral, política e
religiosa; à ideia de uma escola maior do que a família e o estudante; à defesa
de utopias seja de direita ou de esquerda que justificam ensinamentos para que
a sociedade “dê certo”; e à análise das questões e problemas por meio de um
viés coletivista; e defende, no seu lugar: a Educação como um serviço demandado
pelas famílias, com formas alternativas e criativas para serem oferecidas de
acordo com o interesses delas; o bem individual acima de qualquer coisa com
limite único e exclusivo na vida, liberdade e propriedade do outro; o uso do
discernimento como verdadeiro guia da vida; a defesa dos pais como os
verdadeiros educadores porque têm a seu favor a vocação natural, da qual os
instintos e o discernimento são exemplos; a aceitação da realidade externa ao
indivíduo, com total ênfase nos cuidados pessoais, com o argumento de que a
melhoria da realidade advém das trocas voluntárias, do comércio, dos inventos, das
tecnologias, em fim, por meio do livre mercado; por fim, a favor de um viés
individualista na análise das questões.
Trata-se de uma pedagogia que vai pela contramão do que
existe em matéria de educação dentro e fora do Brasil.
quinta-feira, 1 de junho de 2017
Livro: Anarcofilosofia
AnarcoFilosofia faz
uma abordagem politicamente incorreta dos temas e da história da filosofia,
destacando a visão de mundo dos homens de negócio e das “pessoas de ação”, os
quais se orientam pelo discernimento, pela intuição e pelos instintos, em
contraste com o pensamento dos “homens de ideias” – os filósofos e os
intelectuais.
O livro revisa temas da filosofia, ao destacar que o
estudo da ética, por exemplo, é negativo
porque desconsidera a individualidade, já que tem em conta uma “verdade comportamental”,
o que, evidentemente, é contrário à ideia de liberdade individual e ao fato de
que o limite único para a ação humana deve ser a vida, a liberdade e a
propriedade alheia (a propriedade, em termos gerais), não uma ideia ou um
conceito de certo e errado criado por alguém. Destaca que o estudo da política apresenta as ideias sobre a
organização em torno do Estado, sem avançar para o questionamento desse ente
representativo, por exemplo, considerando ideias sobre o anarcocapitalismo e
seus pensadores.
Revisa também a história da filosofia, desde os
pré-socráticos, destacando a natureza coletivista e antinatural de muitas ideias
desses pensadores, sempre interessados ou sobre um ideal, que nega a vontade individual,
ou sobre a valorização de reflexões a respeito dos problemas sociais e
existenciais, que buscam tentar frear a ação das pessoas na aventura pela vida,
estimulando o enquadramento de seus comportamentos a padrões ou sistemas de
ideias, o que tende a trazer, como consequência, o autoabandono dos que se
rendem à contemplação delas.
A ideia do livro é fazer uma crítica aos sistemas de
ideias como sendo agressivos ao discernimento, ao instinto e à realização do
indivíduo, o que faz da filosofia, não um mecanismo de libertação pelo tal do
senso crítico, como se divulga, mas um estudo que cega o discernimento (um
mecanismo natural tão importante para iluminar a caminhada das pessoas) e estimula
um comportamento automático, porque baseado nas ideias alheias, não na maneira pessoal
de se ver as coisas, algo igualmente contrário à sua proposta de libertação,
conforme tanto se afirma. Dessa forma, o sujeito sai de um automatismo e passa
a outro, porque só muda de modelo de programação mental.
A orientação dos questionamentos e dos estudos
filosóficos consagrados busca chocar-se contra a Natureza e a ordem natural das
coisas, com uma proposta de “correção” do pensamento para se chegar a
definições, padrões e sistemas ideais, negando o que há de mais libertário na
vida humana, que é a vontade individual, algo bastante apreciado pelas “pessoas
de ação” e pelos homens de negócio, os quais querem viver a vida com fé,
natural ou religiosa, sem duvidar de como as coisas são e porquê são.
Boa parte dos questionamentos filosóficos, nesse sentido,
constitui-se em fantasias que não encontram paralelo na realidade, mas que
encantam cultivadores dessa matéria, que veem o pensamento como algo mágico
capaz de mudar as coisas e construir o mundo de suas utopias e das utopias dos
filósofos, da qual a assessoria de um pensador a um absolutista (ditador), como
pregava Voltaire, é um ótimo exemplo. E, sua prática nas escolas e
universidades, que tem uma orientação de subversão aos valores capitalistas, prega,
como substituto, os valores coletivistas e socialistas, jamais a libertação do
indivíduo do verdadeiro ente opressor, que é o Estado, porque, no fundo, trata-se
apenas de convencer quem é que controla melhor as pessoas para que a vida “dê
certo”: a esquerda ou a direita.
O livro também destaca o quanto a filosofia estimula a
desvalorização da observação e da práxis, como métodos de percepção da
realidade, porque seu estudo se centra no “mundo das ideias”.
E, finalmente, critica a investida dos intelectuais
contra os homens de negócios, tratados como inferiores e superficiais, e contra
as “pessoas de ação”, como sendo alienadas, apenas porque não leram Kant ou
Sartre.
Trata-se de uma abordagem que vai pela contramão do que
se ensina ainda hoje sobre filosofia nas escolas e nas universidades.
Leia em Amazon.com.br
domingo, 30 de abril de 2017
Vídeo: Teste para medir a liberdade em Educação no país
Vídeo que critica a falta de liberdade em Educação no país.
sexta-feira, 28 de abril de 2017
Vídeo: Pare de Acreditar na Educação (por dentro do livro)
O vídeo apresenta o resumo do
livro, o qual discute problemas da escola, entre os quais a destruição dos
instintos humanos, como o senso de autoproteção e de autopreservação, que são
bombardeados com a justificação da violação à vida, à liberdade e à propriedade
por meio da defesa da compaixão ao agressor/invasor e à sua história de vida.
O livro demonstra como, na escola, nega-se o discernimento, que é o verdadeiro guia da vida, anulando-o com ideias de certo e errado e de politicamente correto, inclusive convencendo o estudante de que a voz de qualquer autoridade é a verdade, e não o que ele enxerga por meio desse mecanismo de “luz natural”, que é substituído pelo tal do senso crítico que, na realidade, é o senso marxista com novo nome.
Nessa escola, coloca-se o coletivo acima do individual, chama-se de egoísmo a busca pessoal, a prosperidade e o foco na própria vida, fomentando a tese de que bom ser humano é o que vive como escravo servindo gratuitamente às pessoas, enquanto a cobrança por um serviço é vista como coisa de gente gananciosa e capitalista. Assim, persuade-se o estudante para que gaste todos os neurônios para resolver os problemas do mundo, gratuitamente, o que significa dizer, abandonando-se, saindo diariamente de casa para lutar por um mundo utópico, claro, onde os chefões e poderosos terão do bom e do melhor, enquanto ele terá de amargar a escassez, a renúncia de sonhos pessoais e a desmoralização em casa pela família e, fora dela, pelos amigos. Dessa forma, a busca da felicidade acaba sendo massacrada com uma vida de autossacrifício para salvar o mundo em nome de uma suposta justiça social.
É uma escola que só tem um propósito: formar justiceiros sociais e ambientalistas.
“Pare de acreditar na educação” discute mitos, falácias e mentiras sobre educação, como, por exemplo: A educação é realmente a base de uma sociedade melhor? Mostra que, onde a educação está melhor, ela apenas foi consequência, não causa, da dinâmica de um mercado mais aberto e livre, o que, inclusive, favoreceu o seu desenvolvimento, como ocorreu com a Coréia do Sul, Xangai (China), Chile. Ou seja, ela não foi o fator de alavancagem, mas recebeu o efeito de um mercado mais livre.
O livro apresenta exemplos de países que melhoraram seus indicadores em educação, graças à força do Capitalismo de livre mercado, embora alerta para os problemas do planejamento centralizado da educação, que é feito por meio do controle estatal e da imposição de um currículo para todos, o que é contrário à própria ideia de desenvolvimento do indivíduo, com respeito a seu tempo e a suas aptidões, trazendo como exemplo o alto índice de suicídio entre jovens no Japão e na Coréia do Sul, sendo a principal causa de mortes na adolescência. Além disso, tal monopólio inibe a aparição de novas experiências de conceber a escola e de oferecer serviços de educação mais satisfatórios e com base no anseio de muitas crianças e de suas famílias.
“Pare de Acreditar na Educação” discute inverdades como a que afirma que a educação é fundamental para o crescimento do PIB de um país, chamando a atenção para o fato de que o Brasil dos anos1960 cresceu a taxas elevadíssimas, entre 7 e 11%, com educação para uma minoria, enquanto o Brasil da década de 2010 entrou na maior recessão da história com educação para todos.
O livro desconstrói mitos com temas bem radicais, como, por exemplo: “o que melhora a produtividade é a tecnologia, e não a educação”; “exemplos de sucesso de pessoas que não ligaram muito para a escola e das que não se importaram com o ensino superior”; “livre mercado possibilita o enriquecimento das pessoas, e não a educação”; “propriedade privada pacifica o mundo, e não a educação”; “livre comércio também pacifica o mundo, e não a educação”.
O livro também procura demonstrar o quanto essa educação é autoritária, impondo um vocabulário politicamente correto; o quanto ela invade questões de foro íntimo, como a sexualidade, a religião e os valores familiares. Demonstra o quanto a psicologia por ela praticada é negativa, pois se vale do medo como instrumento de controle, ao invés de focar a coragem; aliás, ela é uma destruidora ilimitada da inteligência emocional, pois é contra o individualismo e contra todos os elementos emocionais que deveriam estar a favor do indivíduo, como a coragem, a autodeterminação, o hábito de tomar riscos calculados e a autoconfiança; tudo isso é distorcido pelo fato de o indivíduo ser tratado como um meio para se construir um projeto de sociedade a partir do desejo de grupos dominantes, especificamente como um escravo a serviço da coletividade, ao invés de ser visto como um fim em si mesmo, ou seja, como alguém livre para realizar-se como pessoa.
Do mesmo autor de “Guia Politicamente Incorreto sobre o que se Aprende na Escola”,
Poderá ler esses e outros livros na Amazon.
Contatos com o autor:
E-mail: noeamosguieiro@hotmail.com
O livro demonstra como, na escola, nega-se o discernimento, que é o verdadeiro guia da vida, anulando-o com ideias de certo e errado e de politicamente correto, inclusive convencendo o estudante de que a voz de qualquer autoridade é a verdade, e não o que ele enxerga por meio desse mecanismo de “luz natural”, que é substituído pelo tal do senso crítico que, na realidade, é o senso marxista com novo nome.
Nessa escola, coloca-se o coletivo acima do individual, chama-se de egoísmo a busca pessoal, a prosperidade e o foco na própria vida, fomentando a tese de que bom ser humano é o que vive como escravo servindo gratuitamente às pessoas, enquanto a cobrança por um serviço é vista como coisa de gente gananciosa e capitalista. Assim, persuade-se o estudante para que gaste todos os neurônios para resolver os problemas do mundo, gratuitamente, o que significa dizer, abandonando-se, saindo diariamente de casa para lutar por um mundo utópico, claro, onde os chefões e poderosos terão do bom e do melhor, enquanto ele terá de amargar a escassez, a renúncia de sonhos pessoais e a desmoralização em casa pela família e, fora dela, pelos amigos. Dessa forma, a busca da felicidade acaba sendo massacrada com uma vida de autossacrifício para salvar o mundo em nome de uma suposta justiça social.
É uma escola que só tem um propósito: formar justiceiros sociais e ambientalistas.
“Pare de acreditar na educação” discute mitos, falácias e mentiras sobre educação, como, por exemplo: A educação é realmente a base de uma sociedade melhor? Mostra que, onde a educação está melhor, ela apenas foi consequência, não causa, da dinâmica de um mercado mais aberto e livre, o que, inclusive, favoreceu o seu desenvolvimento, como ocorreu com a Coréia do Sul, Xangai (China), Chile. Ou seja, ela não foi o fator de alavancagem, mas recebeu o efeito de um mercado mais livre.
O livro apresenta exemplos de países que melhoraram seus indicadores em educação, graças à força do Capitalismo de livre mercado, embora alerta para os problemas do planejamento centralizado da educação, que é feito por meio do controle estatal e da imposição de um currículo para todos, o que é contrário à própria ideia de desenvolvimento do indivíduo, com respeito a seu tempo e a suas aptidões, trazendo como exemplo o alto índice de suicídio entre jovens no Japão e na Coréia do Sul, sendo a principal causa de mortes na adolescência. Além disso, tal monopólio inibe a aparição de novas experiências de conceber a escola e de oferecer serviços de educação mais satisfatórios e com base no anseio de muitas crianças e de suas famílias.
“Pare de Acreditar na Educação” discute inverdades como a que afirma que a educação é fundamental para o crescimento do PIB de um país, chamando a atenção para o fato de que o Brasil dos anos1960 cresceu a taxas elevadíssimas, entre 7 e 11%, com educação para uma minoria, enquanto o Brasil da década de 2010 entrou na maior recessão da história com educação para todos.
O livro desconstrói mitos com temas bem radicais, como, por exemplo: “o que melhora a produtividade é a tecnologia, e não a educação”; “exemplos de sucesso de pessoas que não ligaram muito para a escola e das que não se importaram com o ensino superior”; “livre mercado possibilita o enriquecimento das pessoas, e não a educação”; “propriedade privada pacifica o mundo, e não a educação”; “livre comércio também pacifica o mundo, e não a educação”.
O livro também procura demonstrar o quanto essa educação é autoritária, impondo um vocabulário politicamente correto; o quanto ela invade questões de foro íntimo, como a sexualidade, a religião e os valores familiares. Demonstra o quanto a psicologia por ela praticada é negativa, pois se vale do medo como instrumento de controle, ao invés de focar a coragem; aliás, ela é uma destruidora ilimitada da inteligência emocional, pois é contra o individualismo e contra todos os elementos emocionais que deveriam estar a favor do indivíduo, como a coragem, a autodeterminação, o hábito de tomar riscos calculados e a autoconfiança; tudo isso é distorcido pelo fato de o indivíduo ser tratado como um meio para se construir um projeto de sociedade a partir do desejo de grupos dominantes, especificamente como um escravo a serviço da coletividade, ao invés de ser visto como um fim em si mesmo, ou seja, como alguém livre para realizar-se como pessoa.
Do mesmo autor de “Guia Politicamente Incorreto sobre o que se Aprende na Escola”,
Poderá ler esses e outros livros na Amazon.
Contatos com o autor:
E-mail: noeamosguieiro@hotmail.com
sábado, 22 de abril de 2017
Vídeo: Por que a pedagogia de Paulo Freire não é libertária
Vídeo que faz uma crítica ao uso inadequado do termo pedagogia
libertária para a pedagogia de Paulo Freire, afinal de contas, sua
pedagogia não visava a libertar o estudante do jugo estatal
(libertarianismo/anarcocapitalismo), mas, sim, a estimular a militância
dos professores para que utilizassem o aluno e a escola como meios para
promover o socialismo nos moldes soviético e cubano.
Pedagogia libertária tem em conta o indivíduo como fim em si mesmo, como alguém desobrigado socialmente, livre para realizar seu projeto pessoal de vida, o que é absolutamente oposto ao que Paulo Freire defendia e, inclusive, seus seguidores e 100% dos pesquisadores e formadores educacionais.
Pedagogia libertária tem em conta o indivíduo como fim em si mesmo, como alguém desobrigado socialmente, livre para realizar seu projeto pessoal de vida, o que é absolutamente oposto ao que Paulo Freire defendia e, inclusive, seus seguidores e 100% dos pesquisadores e formadores educacionais.
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