quarta-feira, 5 de abril de 2017

Vídeo: E, no dia seguinte, não havia mais Ministério da Educação



            Este vídeo faz uma crítica à centralização da Educação no Ministério da Educação, chamando a atenção para o fato de que, para além da baixa qualidade da educação do país como decorrência do monopólio do conteúdo pragmático estatal, está o desrespeito ao indivíduo e à família que tem direitos autoevidentes de buscar um tipo de serviço educativo que atenda as especificidades e interesses pessoais, o que é impossível em função de uma matriz curricular padronizada e de barreiras a outras formas de educação.

sábado, 1 de abril de 2017

Vídeo: Ser guiado pelas ideias dos outros (escola) ser guiado pelo próprio discernimento



             Este vídeo faz uma crítica à desvalorização que ocorre na escola do discernimento do estudante, o que é feito por meio de doutrinação ideológica e da imposição da fala de autoridades, cuja consequência é a insegurança individual e a perda de confiança em si próprio.

sexta-feira, 31 de março de 2017

Vídeo: O capitalismo é perverso (escola) versus o capitalismo tem melhorado a vida das pessoas



             Este vídeo apresenta um dos grandes contrastes temáticos debatidos na escola, onde se coloca o capitalismo como o vilão da história, gerador de pobreza e miséria, e se faz a defesa do socialismo/comunismo, ideologia que, na verdade, é a verdadeira responsável pela miséria dos povos.

quinta-feira, 30 de março de 2017

Vídeo: Você tem obrigações sociais (escola) versus você é livre para viver sua vida



      Este vídeo apresenta um dos contrastes entre o que se aprende na escola e o que faz parte do mundo real, neste caso a natureza humana, que tem desejo de realização, o que significa dizer que os indivíduos precisam de liberdade, algo totalmente contrário a qualquer tipo de autossacrifício em prol de causas coletivas, como a utopia de mundo melhor baseado na concepção de homem como meio para realização desse fim. 
    O indivíduo, sim, é um fim em si mesmo e a escola comete uma agressão quando busca anular esse princípio para cobrar sua militância social e ambiental, fomentando a aparição de justiceiros sociais.

terça-feira, 21 de março de 2017

Livro: Coisas que você aprendeu na Escola que podem estar atrapalhando sua vida



            Desde criança, passando pela adolescência e chegando à vida adulta, somos movidos por inúmeros sonhos. Nem sempre temos claro que, para que as coisas aconteçam, precisamos iniciar uma marcha na direção deles e muito menos de que as coisas que pensamos sobre nós próprios e sobre a vida podem ser catapultas ou obstáculos na concretização de muitos deles. Nesse sentido, qual a interferência da escola em nossa vida?
            Ela seria positiva se o ensino se constituísse em um trabalho com atividades que favorecessem o desenvolvimento de habilidades fundamentais para a vida, como a linguística, o cálculo, as noções básicas do mundo, esportes, tecnologias e matérias também do mundo real, como finanças, comércio e negócios, mas, principalmente, se a escola não doutrinasse os estudantes com ideias contrárias à natureza humana e aos valores da liberdade.
            O problema é que isso é posto de lado em nome de uma educação que supostamente humaniza, que faça dos estudantes militantes em prol da luta por um mundo melhor, pela justiça e pela igualdade social. Como resultado, eles aprendem, desde cedo, a se abandonar para salvar o mundo e, no pacote desse estímulo espartano, vem uma série de doutrinas e conceitos distorcidos da realidade que tende a confundir sua cabeça e pode levar muitos a se perderem.
            Você não precisa de muito esforço para se lembrar de que, nessa escola, provavelmente aprendeu muitas coisas que podem estar atrapalhando sua vida: você tem obrigações sociais ou é livre de verdade para viver? Você deve se orientar pelas ideias dos outros ou seguir sua intuição e seu discernimento? O Capitalismo e a Revolução Industrial são dois vilões ou os responsáveis pela melhoria nas condições de vida das pessoas em todo o mundo? A educação deve domesticar as pessoas para a paz ou deve respeitar os instintos de autoproteção de cada um? Os estudantes devem intervir na sociedade para melhorar as coisas ou devem oferecer essa melhora por meio do trabalho, de inventos, de tecnologia e de serviços? Os estudantes precisam aprender ética e valores ou devem ter seus valores pessoais respeitados? Precisam ser estimulados a lutar para construir uma sociedade justa e perfeita ou devem ser respeitados nas suas buscas pessoais, entendendo que cada um é responsável pela própria vida? Devem aprender a se colocar no lugar do outro ou devem ser respeitados para que fiquem consigo mesmos? Devem ser educados a viver para aprender ou a viver para se realizar?
            Esses são alguns pontos discutidos neste livro, que procura demonstrar o quanto essa educação falha com estudantes que têm um ímpeto de realizar um projeto pessoal de vida, mas são esmagados por uma escola coletivista que massacra qualquer ideia de individualidade e de subjetividade em nome de uma política de salvação do mundo.

Livro: Conversa com um Professor Insatisfeito com a Educação



            O magistério tem-se tornado uma profissão cada vez menos atrativa, em função das condições de trabalho, que vão desde a baixa remuneração, passando pelo estresse com riscos iminentes de doenças físicas e, principalmente, mentais, pelos riscos de violação à integridade física do professor, já que a mental é agredida diariamente, pela falta de apoio das famílias, pela cobrança de cumprimento de metas estabelecidas pelos governos, pela tentativa constante de controle da liberdade de cátedra por meio de programas prontos para serem executados e pela imposição de uma metodologia tida como correta. Fora o assédio moral implícito e até explícito nos cursos de formação, que tentam convencer o professor de que ele é a causa do fracasso da educação.
            Somem-se a isso as intervenções feitas em sala de aula por gestores que invadem esse espaço para ver como o professor está trabalhando, o que passa o recado para o estudante de que seu professor não é confiável e não tem a competência necessária para contribuir com sua formação. Temos também um conjunto de ideias pedagógicas que são impostas como sendo mais eficientes do que o olhar do professor que está diariamente em contato com a realidade e é aquele que, de fato, sabe em que dose deve dar o “remédio” dos conteúdos curriculares.
            Ainda temos a exigência de aula diferenciada, a ignorância do papel da família na educação da criança e do adolescente e a crença de que teorias possam ser mais eficazes do que os instintos materno e paterno na condução da educação dos filhos, para que a escola fique responsável apenas pelos conteúdos para o trabalho e para a vida.
            Por fim, os professores são obrigados ao uso de um vocabulário politicamente correto, e utilizar palavras diferentes não é uma opção, sob a pena de ser tachado de inferiormente moral. Aliás, ele é doutrinado o tempo todo a seguir uma “linha” ideológica e, da mesma forma, precisa adotá-la, caso contrário, vai ser perseguido ou ter de viver no ostracismo.
            Se, no passado, o magistério tinha a adesão de muitas pessoas, não é o que ocorre nos dias de hoje, pelo menos não no Brasil. E disso dão provas os próprios estudantes que afirmam que não seriam professores pelo que testemunham em sala de aula.