domingo, 1 de outubro de 2017
domingo, 17 de setembro de 2017
domingo, 13 de agosto de 2017
Livro: Educação sem Estado
Como
seria a educação se não existisse mais o Ministério da Educação controlando
tudo? É aceitável que nossos filhos sejam tratados como “propriedades” do Estado?
É possível que meia dúzia de burocratas possa ter um cálculo pedagógico
suficiente para saber do que precisam os milhares de crianças e adolescentes
espalhados por esse país e mundo afora? Como era a educação antes do controle
estatal? Por que o currículo é o mesmo para todos se as pessoas são diferentes?
Essas e outras perguntas são
levantadas por este livro que procura polemizar com o que se prega em matéria
de educação.
Ele mostra que, sob o controle
do Ministério da Educação, não há como eliminarmos o fracasso do ensino. Até
poderemos melhorar os dados e o ranking, mas educação é mais do que estudantes
aptos a resolver cálculos matemáticos e a interpretar textos. Conta muito o
respeito a sua inteligência emocional, sua vocação para futuras ocupações,
valores positivos que são suficientes para promover sua vida para frente e,
principalmente, uma escola que atenda seus reais interesses, buscas e
necessidades, que são exclusivas de cada um.
O livro propõe como solução o
livre mercado em educação, de forma que qualquer pessoa, da dona de casa,
passando pela professora autônoma, a família, tutores ou donos de escolas
possam oferecer o serviço de educação que atenda aos interesses de cada
família. Isso poderia promover a aparição de experiência em educação jamais
imaginadas, e quem ganharia com isso seriam os estudantes.
O livro marca que educação não é
direito, mas simplesmente um serviço, um paradigma que muda totalmente as
concepções de educação, a começar pela percepção autoritária atual em que um
pai tem problemas com a lei se não manda seu filho à escola, se escolhe outra
pessoa para tutelá-lo ou se o educa em casa.
A concepção de livre mercado em
educação permitiria vislumbrar que a carga horária, o número de anos na escola,
o currículo e as metodologias deveriam ser escolhas dos pais, não a imposição
de um órgão estatal que dita como as coisas devam ser. Isso, inclusive,
acabaria com o debate entre conservadores e progressistas acerca de doutrinação
na escola, já que cada família escolheria para seu filho o tipo de escola que
estivesse em harmonia com seus valores.
sexta-feira, 7 de julho de 2017
Livro: Pedagogia libertária
“Pedagogia libertária” defende uma educação centrada
no aluno como um fim em si mesmo, orientada por um viés individualista, com
defesa do livre mercado e do seu papel na construção da riqueza, valorizando a
educação como serviço baseado nas aspirações dos estudantes sob os cuidados de seus
pais, e com a defesa do discernimento como o guia da vida, e dos instintos
materno e paterno como os verdadeiros condutores na educação do filho.
O livro opõe-se às pedagogias que, em cem por cento,
têm uma natureza coletivista; são anticapitalistas, invasivas aos valores
familiares e individuais e, além disso, cobram autossacrifício do estudante,
transformando-o em justiceiro social e em ativista ambiental.
“Pedagogia libertária” rejeita o
controle estatal da educação, pois seu órgão regulador, o Ministério da
Educação, faz a má ação de impedir formas criativas de serviço para suprir a
demanda de cada um dos estudantes e de suas famílias. De maneira arrogante, achando que tem o
cálculo pedagógico, impõe um currículo padronizado para todos por meio de uma
educação compulsória, sob a ameaça aos pais que se negarem a passar por ele .
O livro critica o desrespeito aos valores das
famílias e do aluno (sexualidade, ética, moral e religião), haja vista que grupos
corporativistas se infiltram no Estado para impor suas fantasias e preferências
ideológicas para que os pais aceitem como verdade.
Finalmente, cobra a liberdade em
educação, de forma que tudo parta e termine no estudante: escola é serviço;
educação é serviço; e ninguém mais do que o aluno e seus pais sabem o que é
melhor para si e são esses que devem ter o controle do que precisam aprender,
do que querem desenvolver e aonde querem chegar. São eles que têm o direito de
escolher que currículo querem a partir dos inúmeros que poderiam surgir se
houvesse livre mercado em educação.
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sábado, 1 de julho de 2017
terça-feira, 27 de junho de 2017
domingo, 25 de junho de 2017
sexta-feira, 16 de junho de 2017
Três comentários-desabafo #Anarcofilosofia
O vídeo faz três críticas: 1) à frase de Sócrates "A
vida sem reflexão não merece ser vivida"; 2) à expressão acadêmica
"utilizar o autor x para 'lançar uma luz'" e 3) à frase "Quando encontrares a luz,
vai buscar o seu amigo que está em trevas".
quinta-feira, 15 de junho de 2017
sexta-feira, 9 de junho de 2017
Livro: Pedagogia do Indivíduo
“Pedagogia
do Indivíduo” opõe-se às pedagogias que, em cem por cento dos casos, têm uma
concepção coletivista de pensar a educação, o que fatalmente recai na formação
de pessoas condicionadas à servidão social, que aceitam se anular em prol do
bem comum, sacrificando-se, ou seja, aceitando ser um meio (objeto) para a
realização das utopias de grupos dominantes.
Ao
contrário dessa linha, o livro mostra a importância de se conceber o indivíduo
como um fim em si mesmo, o que significa retirar dele qualquer cobrança de
autossacrifício em prol do mundo ou qualquer estímulo à militância em prol da
justiça social e de ações ambientalistas.
Opõe-se:
à educação controlada pelo Ministério da Educação, de natureza padronizada e
inflexível; à ideia de bem comum; à doutrinação ética, moral, política e
religiosa; à ideia de uma escola maior do que a família e o estudante; à defesa
de utopias seja de direita ou de esquerda que justificam ensinamentos para que
a sociedade “dê certo”; e à análise das questões e problemas por meio de um
viés coletivista; e defende, no seu lugar: a Educação como um serviço demandado
pelas famílias, com formas alternativas e criativas para serem oferecidas de
acordo com o interesses delas; o bem individual acima de qualquer coisa com
limite único e exclusivo na vida, liberdade e propriedade do outro; o uso do
discernimento como verdadeiro guia da vida; a defesa dos pais como os
verdadeiros educadores porque têm a seu favor a vocação natural, da qual os
instintos e o discernimento são exemplos; a aceitação da realidade externa ao
indivíduo, com total ênfase nos cuidados pessoais, com o argumento de que a
melhoria da realidade advém das trocas voluntárias, do comércio, dos inventos, das
tecnologias, em fim, por meio do livre mercado; por fim, a favor de um viés
individualista na análise das questões.
Trata-se de uma pedagogia que vai pela contramão do que
existe em matéria de educação dentro e fora do Brasil.
quinta-feira, 1 de junho de 2017
Livro: Anarcofilosofia
AnarcoFilosofia faz
uma abordagem politicamente incorreta dos temas e da história da filosofia,
destacando a visão de mundo dos homens de negócio e das “pessoas de ação”, os
quais se orientam pelo discernimento, pela intuição e pelos instintos, em
contraste com o pensamento dos “homens de ideias” – os filósofos e os
intelectuais.
O livro revisa temas da filosofia, ao destacar que o
estudo da ética, por exemplo, é negativo
porque desconsidera a individualidade, já que tem em conta uma “verdade comportamental”,
o que, evidentemente, é contrário à ideia de liberdade individual e ao fato de
que o limite único para a ação humana deve ser a vida, a liberdade e a
propriedade alheia (a propriedade, em termos gerais), não uma ideia ou um
conceito de certo e errado criado por alguém. Destaca que o estudo da política apresenta as ideias sobre a
organização em torno do Estado, sem avançar para o questionamento desse ente
representativo, por exemplo, considerando ideias sobre o anarcocapitalismo e
seus pensadores.
Revisa também a história da filosofia, desde os
pré-socráticos, destacando a natureza coletivista e antinatural de muitas ideias
desses pensadores, sempre interessados ou sobre um ideal, que nega a vontade individual,
ou sobre a valorização de reflexões a respeito dos problemas sociais e
existenciais, que buscam tentar frear a ação das pessoas na aventura pela vida,
estimulando o enquadramento de seus comportamentos a padrões ou sistemas de
ideias, o que tende a trazer, como consequência, o autoabandono dos que se
rendem à contemplação delas.
A ideia do livro é fazer uma crítica aos sistemas de
ideias como sendo agressivos ao discernimento, ao instinto e à realização do
indivíduo, o que faz da filosofia, não um mecanismo de libertação pelo tal do
senso crítico, como se divulga, mas um estudo que cega o discernimento (um
mecanismo natural tão importante para iluminar a caminhada das pessoas) e estimula
um comportamento automático, porque baseado nas ideias alheias, não na maneira pessoal
de se ver as coisas, algo igualmente contrário à sua proposta de libertação,
conforme tanto se afirma. Dessa forma, o sujeito sai de um automatismo e passa
a outro, porque só muda de modelo de programação mental.
A orientação dos questionamentos e dos estudos
filosóficos consagrados busca chocar-se contra a Natureza e a ordem natural das
coisas, com uma proposta de “correção” do pensamento para se chegar a
definições, padrões e sistemas ideais, negando o que há de mais libertário na
vida humana, que é a vontade individual, algo bastante apreciado pelas “pessoas
de ação” e pelos homens de negócio, os quais querem viver a vida com fé,
natural ou religiosa, sem duvidar de como as coisas são e porquê são.
Boa parte dos questionamentos filosóficos, nesse sentido,
constitui-se em fantasias que não encontram paralelo na realidade, mas que
encantam cultivadores dessa matéria, que veem o pensamento como algo mágico
capaz de mudar as coisas e construir o mundo de suas utopias e das utopias dos
filósofos, da qual a assessoria de um pensador a um absolutista (ditador), como
pregava Voltaire, é um ótimo exemplo. E, sua prática nas escolas e
universidades, que tem uma orientação de subversão aos valores capitalistas, prega,
como substituto, os valores coletivistas e socialistas, jamais a libertação do
indivíduo do verdadeiro ente opressor, que é o Estado, porque, no fundo, trata-se
apenas de convencer quem é que controla melhor as pessoas para que a vida “dê
certo”: a esquerda ou a direita.
O livro também destaca o quanto a filosofia estimula a
desvalorização da observação e da práxis, como métodos de percepção da
realidade, porque seu estudo se centra no “mundo das ideias”.
E, finalmente, critica a investida dos intelectuais
contra os homens de negócios, tratados como inferiores e superficiais, e contra
as “pessoas de ação”, como sendo alienadas, apenas porque não leram Kant ou
Sartre.
Trata-se de uma abordagem que vai pela contramão do que
se ensina ainda hoje sobre filosofia nas escolas e nas universidades.
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