Uso o termo moral no canal e em meus livros com o sentido de valores,
ideias e doutrinas definidos por um grupo e que são impostos para que
todos sigam, acatando em termos de certo e errado. Como acredito na
liberdade individual, sou absolutamente contra qualquer coisa que
signifique imposição externa e limitação da ação humana. Só há um
limite para isso, que não é a lei, nem o governo, nem a moral
convencional: é a vida, a liberdade e a propriedade do outro.
quinta-feira, 8 de dezembro de 2016
Vídeo: A essência da vida é a realização da nossa vontade
A educação que está aí é contra a ideia de vontade pessoal. Os
estudantes aprendem que devem tomar decisões baseadas no que os outros
consideram bom, em falas de autoridade, em estatísticas, em pesquisas,
jamais observando a própria vontade. Aprendem, inclusive, a se
sacrificar para salvar o mundo, o que significa desprezar a própria
vontade. Não é sem razão que muitos ficam perdidos, sem conseguir
fazer suas vidas avançarem.
Vídeo: Educação para a autoafetividade
A afetividade é uma prática natural existente entre seres para criar
vínculos importantes, como, por exemplo, entre pais e filhos, para
garantir os cuidados necessários na educação e entre casais, para
estimular o vínculo da convivência. Mas existe muita confusão sobre o
tema, pois muitos relacionam afeto à dependência emocional, o que é
algo bastante prejudicial à pessoa, pois cria barreiras ao seu sucesso
pessoal. Educar para a autoafetividade é educar para que os
estudantes percebam que são responsáveis por dar a si aquilo que buscam
nos outros: amor, carinho, atenção e cuidados especiais. Estar com o
outro e trocar afetos deve ser algo gratuito e voluntário, não mais uma
das tantas obrigações impostas pelas pessoas e pela escola.
quarta-feira, 7 de dezembro de 2016
Vídeo: O viés liberal na leitura de mundo
Os temas trabalhados na escola são orientados por um viés socialista e por uma psicologia vitimista e objetivam justificar, nas análises, que o sujeito é vítima do que passa na vida.
Falta um olhar liberal na interpretação da realidade para levar aos estudantes a visão de que são responsáveis (não culpados) por criar o próprio destino e que têm a seu favor as capacidades para isso.
Falta um olhar liberal na interpretação da realidade para levar aos estudantes a visão de que são responsáveis (não culpados) por criar o próprio destino e que têm a seu favor as capacidades para isso.
terça-feira, 6 de dezembro de 2016
Vídeo: Currículo pragmático
O que eu chamo de currículo pragmático é um currículo baseado na
realidade, especificamente na utilidade ou funcionalidade que tem para a
vida da pessoa. Muita coisa que os estudantes aprendem na escola
não passa de fantasia, pois não se verifica sua utilidade no cotidiano.
O currículo precisa ter em conta uma educação para o trabalho e para
o dia a dia.
Vídeo: O discernimento e o autogoverno
Para que possamos governar a nós próprios, precisamos confiar no
discernimento pessoal, o guia instintivo e, portanto, natural (e
intransferível) que mostra como as coisas são para nós, nos permite
avaliar, selecionar e tomar as decisões mais acertadas para nossa vida.
segunda-feira, 5 de dezembro de 2016
Vídeo: Por uma reforma liberal do ensino (por dentro do livro)
As
ideias pedagógicas que orientam a Educação pública do país têm um viés comum:
anulam o discernimento do estudante,
impondo um racionalismo de verdades politicamente corretas; negam a liberdade
individual, impondo o autossacrifício em prol de um projeto coletivo de
sociedade; negam o direito à realização pessoal, ao impor a responsabilidade de
se “salvar” o meio ambiente, com um discurso ecofundamentalista, e ao cobrar
obrigação social de uns para com os outros, com a doutrina do “senso crítico”, como
forma de levar à resolução dos problemas sociais; usurpam o valor da família
como o verdadeiro ministro e doutor da educação, credenciando a escola como
instituição de superioridade moral-educativa; e tratam o estudante como sujeito
passivo às situações que vive, com uma Psicologia vitimista que anula a vocação
emancipadora a que ele está destinado, negando o autoempodeiramento e a
autorresponsabilidade, necessários ao fortalecimento da sua confiança para
viver as experiências da vida, isso só para citar alguns exemplos.
Uma
reforma liberal do ensino poderia rever essa pregação coletivista, socialista,
vitimista e ecofundamentalista, focando o discernimento como o verdadeiro guia
da vida do estudante, lembrando-o do quanto ele é livre para viver sua vida e para
realizar seu projeto pessoal de vida e de que a coletividade precisa ser o
resultado natural das buscas de cada um, não um fim a que se deva buscar. Essa
reforma faria da escola um ambiente propício à aprendizagem estritamente ligada
ao trabalho e à preparação para a vida social, com atividades de estímulo ao
desenvolvimento de talentos e de habilidades artísticas e esportivas, e de
formação profissional, comercial e empreendedora. Uma reforma liberal do ensino
devolveria à família o papel de verdadeiro doutor pedagógico para a educação de
seus filhos e poria um fim à doutrinação a que assistimos nos dias de hoje.
Discernimento versus ensinamento
Se somos seres que têm dependência de aprender a linguagem, os cálculos e
as ferramentas para o trabalho, o mesmo não vale sobre como viver a
vida. Para isso, somos dotados de um mecanismo natural e instintivo, o
discernimento. Querer ensinar as pessoas sobre como viver a vida só
poderá resultar em "cegueira" nessa matéria, pois a verdadeira luz é o
discernimento.
sexta-feira, 2 de dezembro de 2016
Vídeo: Bem comum e bem individual
A busca do bem comum é sempre defendida como o caminho para uma sociedade em que as coisas sejam feitas para a harmonia social. Ocorre que buscar o bem comum como um fim em si mesmo ou como causa das ações é muito prejudicial à individualidade, à liberdade individual e ao verdadeiro bem, que é o bem individual. O que precisa ser valorizado é exatamente esse bem, como causa das ações, de forma que o bem comum seja a consequência de interesses mútuos e de ações baseadas no interesse pessoal.
quinta-feira, 1 de dezembro de 2016
Vídeo: Guia Politicamente Incorreto sobre o que se Aprende na Escola (por dentro do livro)
Você
acredita que os grandes empreendedores, os inventores e os cientistas é que
devem ser admirados como exemplo na escola ao invés de líderes sociais e políticos
da História? Acredita que o Capitalismo é que reduziu a pobreza, e não os Prêmios
Nobel da Paz? E que foi a Revolução Industrial que reduziu a fome no mundo e
acabou com a escravidão, e não a benevolência dos homens? Você cuida primeiro
de arrumar o seu quarto antes de pensar em salvar o mundo? Gosta de se
expressar de forma espontânea ou aceita um monte de clichês e termos que lhe
cobram para que você seja aceito nos grupos? Você tem um projeto pessoal de
vida ou um projeto para o mundo? Você gosta de ver as coisas a partir do seu
discernimento ou gosta de ver o mundo a partir das ideologias dos outros? Aceita
as coisas como elas são e foca seus objetivos de vida ou está o tempo todo
atento aos problemas para tornar o mundo um lugar melhor? Acredita que
qualidades individuais, como coragem, determinação, autoconfiança, autorrespeito
e integridade é que o levarão mais longe na vida ou busca ser um aluno nota dez
nas disciplinas curriculares? Sua política de progresso pessoal de vida baseia-se
no esforço, na liberdade de criar e no mérito ou você defende políticas
compensatórias para grupos ditos minoritários? Você realmente acredita que o
ser humano é livre ou aceita qualquer tipo de autossacrifício ou imposição de
obrigação social por parte do Estado ou das pessoas sobre você?
Se
você se encaixou na primeira premissa de cada pergunta, ótimo. Significa que
você faz parte do grupo das pessoas politicamente incorretas quando se trata do
que se aprende na escola. Bem-vindo. Acho que esse livro vai dialogar bastante
com você.
Vídeo: A psicologia vitimista no pacote da doutrinação escolar
No
rol do pacote da doutrinação escolar está a psicologia vitimista que
também enviesa as discussões dos temas tratados na escola. Os estudantes
aprendem que são vítimas de um sistema e que nada podem fazer para que
sua vida avance, afinal de contas, uma vítima nada pode fazer. Falta
à escola o que eu chamo de psicologia da autorresponsabilidade, que
tenha em conta estimular os estudantes a perceberem o quanto são
responsáveis (não culpados!) por fazerem suas vidas avançarem, ao invés
de passarem toda a vida transferindo essa responsabilidade aos outros.
quarta-feira, 30 de novembro de 2016
Vídeo: Trailer do canal no Youtube
Um indivíduo dono do próprio destino, desobrigado de qualquer
autossacrifício em prol do mundo, livre para realizar seu projeto de
vida, ciente de sua autonomia e independência como vocação emancipatória
e apoiado em seu discernimento como verdadeiro guia da sua vida. Uma
educação verdadeiramente alicerçada na liberdade.
Vídeo: Autorresponsabilidade
Mesmo o liberal ou libertário mais convicto não está isento de cair na
armadilha dos coletivistas ao formular soluções para questões sociais,
como é o caso da desigualdade social e da pobreza. O problema é que
ações baseadas em planejamento centralizado possuem uma natureza
intervencionista e antilibertária. A pergunta dos que amam a
liberdade poderia ser: como alguém pode fazer para sair de uma situação
precária para conseguir uma condição melhor de vida? Qualquer
solução coletivista é antiliberal.
Livro: Pedagogia liberal
O livro propõe uma pedagogia que pense a liberdade como partida e
chegada da educação escolar. Centrada no indivíduo, “Pedagogia liberal”
traz a importância da valorização do discernimento dele por oposição à
doutrinação; da valorização dos instintos de autoproteção,
autopreservação e autorrealização por oposição a racionalismos que
destroem a coragem, a vontade e o desejo de busca da felicidade; marca
que os verdadeiros educadores e ministros da educação são os pais; que a
escola deve ser "mínima" ou não
intervencionista, no sentido de se limitar aos conteúdos para o trabalho
e a vida em sociedade, ao invés de se intrometer em temas de foro
íntimo ou familiar; traz a necessidade de um viés liberal para a leitura
de mundo; chama a atenção para a importância de um currículo
pragmático; para a importância de uma educação para os direitos
naturais, para a liberdade, para a autoafetividade, para o sentido de
realização pessoal, em que aprender seja apenas meio, de forma que o fim
seja realizar objetivos pessoais de vida.
terça-feira, 29 de novembro de 2016
Vídeo: Inclusão social ou autoinclusão?
A solução para incluir pessoas economicamente desfavorecidas na sociedade
pode ter uma aparência humanitária, todavia a concretização disso exige
estado intervencionista, criação de leis injustas e transferência de
recursos de uns aos outros. Há uma forma para resolver esse problema
e esta, sim, é baseada na liberdade, que é a autoinclusão: é a pessoa
se perceber como o agente responsável por criar as condições para que
sua vida avance. Essa é a garantia de uma sociedade livre e o caminho
que fortalece o discurso da emancipação e da autonomia, que são apagadas
quando há intervenção pessoal e estatal e se transformam em falácia.
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