O livro propõe uma pedagogia que pense a liberdade como partida e
chegada da educação escolar. Centrada no indivíduo, “Pedagogia liberal”
traz a importância da valorização do discernimento dele por oposição à
doutrinação; da valorização dos instintos de autoproteção,
autopreservação e autorrealização por oposição a racionalismos que
destroem a coragem, a vontade e o desejo de busca da felicidade; marca
que os verdadeiros educadores e ministros da educação são os pais; que a
escola deve ser "mínima" ou não
intervencionista, no sentido de se limitar aos conteúdos para o trabalho
e a vida em sociedade, ao invés de se intrometer em temas de foro
íntimo ou familiar; traz a necessidade de um viés liberal para a leitura
de mundo; chama a atenção para a importância de um currículo
pragmático; para a importância de uma educação para os direitos
naturais, para a liberdade, para a autoafetividade, para o sentido de
realização pessoal, em que aprender seja apenas meio, de forma que o fim
seja realizar objetivos pessoais de vida.

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