A solução para incluir pessoas economicamente desfavorecidas na sociedade
pode ter uma aparência humanitária, todavia a concretização disso exige
estado intervencionista, criação de leis injustas e transferência de
recursos de uns aos outros. Há uma forma para resolver esse problema
e esta, sim, é baseada na liberdade, que é a autoinclusão: é a pessoa
se perceber como o agente responsável por criar as condições para que
sua vida avance. Essa é a garantia de uma sociedade livre e o caminho
que fortalece o discurso da emancipação e da autonomia, que são apagadas
quando há intervenção pessoal e estatal e se transformam em falácia.
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