terça-feira, 29 de novembro de 2016

Vídeo: Pedagogia liberal versus Pedagogia freireana (por dentro do livro)

O livro faz uma análise comparativa entre dois modelos pedagógicos, o de Paulo Freire e um modelo liberal, que não dispõe de bibliografia. A análise baseia-se em dois livros de Freire, a "Pedagogia da autonomia" e a "Pedagogia do oprimido". Quanto ao primeiro, a reflexão demonstra que, se Paulo Freire lembra que devemos educar para a autonomia, o que é correto, a utilização dessa autonomia é que é um problema, já que ele quer que o estudante a utilize como militância político-social, o que é uma contradição, já que a autonomia exige liberdade de escolha e individualidade. Em relação à "Pedagogia do oprimido", novamente a constatação é correta: o indivíduo é oprimido pelo Estado. O problema é que ele quer a substituição do Estado mercantilista que aí está pelo Estado socialista.

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Vídeo: Educação por uma ótica liberal (por dentro do livro)

            "Educação por uma ótica liberal" é um livro de ensaios sobre temas que circulam na escola, trazendo uma abordagem politicamente incorreta, marcando que boa educação precisa ser centrada no indivíduo, não na ideia de coletividade. Precisa partir e findar no indivíduo.
             Educação por uma ótica liberal rejeita qualquer doutrinação dentro da escola, rejeita propostas de autossacrifício para que os estudantes renunciem sua vida e lutem em prol de uma sociedade justa e perfeita, rejeita lutas para salvação do meio ambiente, inclusive rejeita o ecofundamentalismo que predomina dentro da escola.
             No livro, Capitalismo e Revolução Industrial são tratados como acontecimentos e processos positivos para a humanidade.
            Em suma, os temas são tratados por meio de uma visão liberal/libertária que procura se contrapor ao lugar comum que é a educação que está aí, onde predomina o coletivismo sobre o individualismo, a doutrinação sobre o discernimento de cada um, o autossacrifício sobre a liberdade individual, o bem comum sobre o bem individual.

Vídeo: A falácia da pedagogia do oprimido de Paulo Freire

             No seu livro "A Pedagogia do oprimido", Paulo Freire faz a constatação de que o indivíduo é oprimido pelo capitalismo estatal. Se, de fato, o indivíduo é oprimido pelo estado interventor que temos aí (que legisla de forma injusta, que se intromete nos valores da família, que interfere na economia prejudicando o livre mercado, que se propõe a cuidar do indivíduo com planejamentos, ao invés de deixar que ele governe a si próprio e busque sua felicidade), a solução adequada certamente não é a que ele propõe, que é a troca desse estado pelo estado socialista.
              Mal comparando, é como se trocássemos o Brasil, com todos os seus problemas, pela Venezuela ou, pior ainda, por Cuba.

domingo, 27 de novembro de 2016

Vídeo: Pedagogia da tolerância ou ditadura da aceitação do outro

             Que vivemos em um mundo plural, isso é evidente. Que todos têm o direito de expressar e viver seus valores pessoais, também. O que não é correto é impor às pessoas que elas devam aceitar como bons os valores dos outros, pois os valores que realmente importam para sua vida são os seus, e os que ela vier a escolher de forma voluntária.

Vídeo: A falácia da pedagogia da autonomia de Paulo Freire

             A finalidade da educação de uma criança e de um adolescente é o desenvolvimento de sua autonomia, como ocorre inclusive no reino animal. Nesse sentido, não há novidade na Pedagogia de Paulo Freire. O que há é, sim, uma falácia, pois o estudante, segundo ele, deve utilizar essa autonomia para lutar em prol de causas sociais, em prol de uma sociedade justa e perfeita.
          A falácia está em que, se a autonomia deve ser utilizada com finalidade social, ela deixa de ser autonomia, pois perde o real sentido de autogoverno, que exige o exercício da liberdade. A visão freireana leva à servidão.

sábado, 26 de novembro de 2016

Vídeo: A ditadura da solidariedade

            Solidariedade é um apelo natural que temos quando somos tocados no dia a dia a ajudar ou fazer pelo outro. Ao agirmos solidariamente, na realidade, recebemos o benefício da satisfação, que é uma sensação de gratificação voluntária.
            Mas o sistema educacional, ao dizer que educa para a solidariedade, o que faz, na verdade, é tornar um aspecto natural do homem como uma das tantas obrigações, transformando-a em servidão e em medição de caráter ou de imagem moral.

Vídeo: A distorção dos direitos humanos

             A Declaração dos direitos humanos, na sua origem, foi pensada como forma de proteger a vida, a liberdade e a propriedade das pessoas contra os que violam esses direitos, que são naturais e autoevidentes.   
             O problema é que isso foi distorcido e, hoje, busca-se defender os que violam esses direitos ao invés de aquele que sofreu a violação.

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Vídeo: A Revolução Industrial tão mal falada nos livros didáticos

               A Revolução Industrial é tratada nos livros didáticos como um acontecimento ruim, embora o mundo que temos hoje tenha se beneficiado de tudo que ele produziu: mais conforto, relativa segurança alimentar, fim da escravidão, meios de transporte e de comunicação, maior expectativa de vida, entre outros. Os críticos dessa Revolução quem sabe gostariam de viver em um tempo anterior a ela, com condições precárias para 95% da população, com insegurança alimentar, baixa expectativa de vida e tendo como regra a miséria entre as pessoas.

Vídeo: Equidade ou a ditadura da igualdade (socialista) com nova roupagem

               O discurso da igualdade social foi substituído pelo da equidade que, segundo argumentam, é a intervenção "positiva" para garantir que todos tenham a mesma partida na "maratona da vida" para que reduza a injustiça da chegada. Ocorre que não há como garantir as mesmas condições sem que o Estado usurpe as liberdades individuais, crie leis injustas, force as pessoas a uma vida de servidão e, inclusive, destrua a economia do país, já que, com tal prática, ele acaba com os incentivos naturais do espírito do empreendedor. Na verdade, equidade é um marxismo disfarçado. É a mesma ditadura da igualdade dos socialistas do século XX com nova roupagem.

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Vídeo: Postura contemplativa diante da vida versus vida ativa

                        As pessoas são educadas ou estimuladas a valorizar tanto o que é coletivo, o que é do outro, o maravilhoso e espetacular da sociedade, que se tornam desinteressadas na própria vida, na realização das potencialidade e dos sonhos pessoais. A aceitação ou não do discurso do homem espectador divide a sociedade em pessoas de ideias e pessoas de ação. O primeiro grupo renuncia à própria realização ou simplesmente tem um gosto pela vida intelectual ou contemplativa, enquanto o segundo só se satisfaz quando realiza seus objetivos pessoais de vida.

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Vídeo: Os pais é que devem decidir sobre a carga horária do filho, não o Estado

               Em nosso país, vivemos a grave realidade de que os pais não têm o direito de escolha sobre a educação dos filhos. São obrigados a matriculá-los na idade exigida pelo Estado e a frequentar dentro das regras estabelecidas e, inclusive, a vê-los submetidos a um currículo que não expressa os interesses deles. Por uma questão de direito autoevidente (e natural), os pais é que têm a "propriedade" de seus filhos, não o Estado espartano que ainda persiste.

Vídeo: É muito estudo pra pouco trabalho e pouca experimentação de vida

         Existe, em nossa sociedade, uma sobrevalorização ao estudo e uma desvalorização ao trabalho e à experiência de vida. Cada vez as crianças são colocadas mais cedo na escola e por jornadas que têm se prolongado. Por oposição a isso, as pessoas iniciam o trabalho cada vez mais tarde. Até que ponto estudar, que é preparar-se para a vida, deve ser algo de tanta obsessão pelas pessoas quando o que realmente realiza é fazer as coisas e viver a vida?

terça-feira, 22 de novembro de 2016

Vídeo: O que é liberdade?

                Uma das palavras mais mal compreendidas é liberdade. Muitas pessoas fazem a defesa dela até certo ponto, pois, ao argumentar a favor, vão fatalmente chegar à autorresponsabilidade, e nem todos estão dispostos a viver sob o próprio governo, já que a sociedade pratica, em geral, a transferência da responsabilidade. Outros confundem liberdade com brincadeiras de mal gosto, com iniciação de agressão, com apropriação do que é de propriedade do outro, procurando controlar até a vontade alheia.
               Liberdade, para ser verdadeira, precisa ser total: significa autorresponsabilidade, autopropriedade, desobrigação social e respeito à liberdade do outro.

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Nota aos visualizadores do canal no Youtube e do Blog



                    Todas as coisas sobre as quais falo (e escrevo) são resultado das minhas vivências e da maneira como vejo as coisas. Não deve ser tomado como coisa absoluta. Assim que tome tão somente as coisas que estão em harmonia com sua maneira de pensar e com o que você.

Vídeo: A inteligência que a escola não valoriza e ainda destrói

A inteligência que a escola valoriza é a cognitiva, evidentemente porque essa é sua vocação. Com o debate a partir dos anos 1980, começou-se a falar das inteligências múltiplas, o que forçou a escola a se abrir para habilidades como a motora, a musical, entre tantas. Mas há uma inteligência que a escola não só não valoriza como ainda destrói, que é a inteligência emocional. O que a escola trabalha sobre coragem, autoconfiança, autodeterminação, tomada de riscos calculados, por exemplo?