No seu livro "A Pedagogia do oprimido", Paulo Freire faz a constatação de
que o indivíduo é oprimido pelo capitalismo estatal. Se, de fato, o
indivíduo é oprimido pelo estado interventor que temos aí (que legisla
de forma injusta, que se intromete nos valores da família, que interfere
na economia prejudicando o livre mercado, que se propõe a cuidar do
indivíduo com planejamentos, ao invés de deixar que ele governe a si
próprio e busque sua felicidade), a solução adequada certamente não é a
que ele propõe, que é a troca desse estado pelo estado socialista.
Mal comparando, é como se trocássemos o Brasil, com todos os seus
problemas, pela Venezuela ou, pior ainda, por Cuba.
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