As pessoas são educadas ou estimuladas a valorizar tanto o que é
coletivo, o que é do outro, o maravilhoso e espetacular da sociedade,
que se tornam desinteressadas na própria vida, na realização das
potencialidade e dos sonhos pessoais. A aceitação ou não do discurso
do homem espectador divide a sociedade em pessoas de ideias e pessoas
de ação. O primeiro grupo renuncia à própria realização ou simplesmente
tem um gosto pela vida intelectual ou contemplativa, enquanto o segundo
só se satisfaz quando realiza seus objetivos pessoais de vida.
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