Em nosso país, vivemos a grave realidade de que os pais não têm o
direito de escolha sobre a educação dos filhos. São obrigados a
matriculá-los na idade exigida pelo Estado e a frequentar dentro das
regras estabelecidas e, inclusive, a vê-los submetidos a um currículo que não expressa os interesses deles. Por uma
questão de direito autoevidente (e natural), os pais é que têm a
"propriedade" de seus filhos, não o Estado espartano que ainda persiste.
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