Um indivíduo dono do próprio destino, desobrigado de qualquer
autossacrifício em prol do mundo, livre para realizar seu projeto de
vida, ciente de sua autonomia e independência como vocação emancipatória
e apoiado em seu discernimento como verdadeiro guia da sua vida. Uma
educação verdadeiramente alicerçada na liberdade.
quarta-feira, 30 de novembro de 2016
Vídeo: Autorresponsabilidade
Mesmo o liberal ou libertário mais convicto não está isento de cair na
armadilha dos coletivistas ao formular soluções para questões sociais,
como é o caso da desigualdade social e da pobreza. O problema é que
ações baseadas em planejamento centralizado possuem uma natureza
intervencionista e antilibertária. A pergunta dos que amam a
liberdade poderia ser: como alguém pode fazer para sair de uma situação
precária para conseguir uma condição melhor de vida? Qualquer
solução coletivista é antiliberal.
Livro: Pedagogia liberal
O livro propõe uma pedagogia que pense a liberdade como partida e
chegada da educação escolar. Centrada no indivíduo, “Pedagogia liberal”
traz a importância da valorização do discernimento dele por oposição à
doutrinação; da valorização dos instintos de autoproteção,
autopreservação e autorrealização por oposição a racionalismos que
destroem a coragem, a vontade e o desejo de busca da felicidade; marca
que os verdadeiros educadores e ministros da educação são os pais; que a
escola deve ser "mínima" ou não
intervencionista, no sentido de se limitar aos conteúdos para o trabalho
e a vida em sociedade, ao invés de se intrometer em temas de foro
íntimo ou familiar; traz a necessidade de um viés liberal para a leitura
de mundo; chama a atenção para a importância de um currículo
pragmático; para a importância de uma educação para os direitos
naturais, para a liberdade, para a autoafetividade, para o sentido de
realização pessoal, em que aprender seja apenas meio, de forma que o fim
seja realizar objetivos pessoais de vida.
terça-feira, 29 de novembro de 2016
Vídeo: Inclusão social ou autoinclusão?
A solução para incluir pessoas economicamente desfavorecidas na sociedade
pode ter uma aparência humanitária, todavia a concretização disso exige
estado intervencionista, criação de leis injustas e transferência de
recursos de uns aos outros. Há uma forma para resolver esse problema
e esta, sim, é baseada na liberdade, que é a autoinclusão: é a pessoa
se perceber como o agente responsável por criar as condições para que
sua vida avance. Essa é a garantia de uma sociedade livre e o caminho
que fortalece o discurso da emancipação e da autonomia, que são apagadas
quando há intervenção pessoal e estatal e se transformam em falácia.
Vídeo: Pedagogia liberal versus Pedagogia freireana (por dentro do livro)
O livro faz uma análise comparativa entre dois modelos pedagógicos, o de
Paulo Freire e um modelo liberal, que não dispõe de bibliografia. A
análise baseia-se em dois livros de Freire, a "Pedagogia da autonomia" e
a "Pedagogia do oprimido". Quanto ao primeiro, a reflexão demonstra
que, se Paulo Freire lembra que devemos educar para a autonomia, o que é
correto, a utilização dessa autonomia é que é um problema, já que ele
quer que o estudante a utilize como militância político-social, o que é
uma contradição, já que a autonomia exige liberdade de escolha e
individualidade. Em relação à "Pedagogia do oprimido", novamente a
constatação é correta: o indivíduo é oprimido pelo Estado. O problema é
que ele quer a substituição do Estado mercantilista que aí está pelo
Estado socialista.
segunda-feira, 28 de novembro de 2016
Vídeo: Educação por uma ótica liberal (por dentro do livro)
"Educação por uma ótica liberal" é um livro de ensaios sobre temas que
circulam na escola, trazendo uma abordagem politicamente incorreta,
marcando que boa educação precisa ser centrada no indivíduo, não na
ideia de coletividade. Precisa partir e findar no indivíduo.
Educação por uma ótica liberal rejeita qualquer doutrinação dentro da escola, rejeita propostas de autossacrifício para que os estudantes renunciem sua vida e lutem em prol de uma sociedade justa e perfeita, rejeita lutas para salvação do meio ambiente, inclusive rejeita o ecofundamentalismo que predomina dentro da escola.
No livro, Capitalismo e Revolução Industrial são tratados como acontecimentos e processos positivos para a humanidade.
Em suma, os temas são tratados por meio de uma visão liberal/libertária que procura se contrapor ao lugar comum que é a educação que está aí, onde predomina o coletivismo sobre o individualismo, a doutrinação sobre o discernimento de cada um, o autossacrifício sobre a liberdade individual, o bem comum sobre o bem individual.
Educação por uma ótica liberal rejeita qualquer doutrinação dentro da escola, rejeita propostas de autossacrifício para que os estudantes renunciem sua vida e lutem em prol de uma sociedade justa e perfeita, rejeita lutas para salvação do meio ambiente, inclusive rejeita o ecofundamentalismo que predomina dentro da escola.
No livro, Capitalismo e Revolução Industrial são tratados como acontecimentos e processos positivos para a humanidade.
Em suma, os temas são tratados por meio de uma visão liberal/libertária que procura se contrapor ao lugar comum que é a educação que está aí, onde predomina o coletivismo sobre o individualismo, a doutrinação sobre o discernimento de cada um, o autossacrifício sobre a liberdade individual, o bem comum sobre o bem individual.
Vídeo: A falácia da pedagogia do oprimido de Paulo Freire
No seu livro "A Pedagogia do oprimido", Paulo Freire faz a constatação de
que o indivíduo é oprimido pelo capitalismo estatal. Se, de fato, o
indivíduo é oprimido pelo estado interventor que temos aí (que legisla
de forma injusta, que se intromete nos valores da família, que interfere
na economia prejudicando o livre mercado, que se propõe a cuidar do
indivíduo com planejamentos, ao invés de deixar que ele governe a si
próprio e busque sua felicidade), a solução adequada certamente não é a
que ele propõe, que é a troca desse estado pelo estado socialista.
Mal comparando, é como se trocássemos o Brasil, com todos os seus
problemas, pela Venezuela ou, pior ainda, por Cuba.
domingo, 27 de novembro de 2016
Vídeo: Pedagogia da tolerância ou ditadura da aceitação do outro
Que vivemos em um mundo plural, isso é evidente. Que todos têm o direito
de expressar e viver seus valores pessoais, também. O que não é correto
é impor às pessoas que elas devam aceitar como bons os valores dos
outros, pois os valores que realmente importam para sua vida são os
seus, e os que ela vier a escolher de forma voluntária.
Vídeo: A falácia da pedagogia da autonomia de Paulo Freire
A finalidade da educação de uma criança e de um adolescente é o desenvolvimento de sua autonomia, como ocorre inclusive no reino animal. Nesse sentido, não há novidade na Pedagogia de Paulo Freire. O que há é, sim, uma falácia, pois o estudante, segundo ele, deve utilizar essa autonomia para lutar em prol de causas sociais, em prol de uma sociedade justa e perfeita.
A falácia está em que, se a autonomia deve ser utilizada com finalidade social, ela deixa de ser autonomia, pois perde o real sentido de autogoverno, que exige o exercício da liberdade. A visão freireana leva à servidão.
A falácia está em que, se a autonomia deve ser utilizada com finalidade social, ela deixa de ser autonomia, pois perde o real sentido de autogoverno, que exige o exercício da liberdade. A visão freireana leva à servidão.
sábado, 26 de novembro de 2016
Vídeo: A ditadura da solidariedade
Solidariedade é um apelo natural que temos quando somos tocados no dia a dia a ajudar ou fazer pelo outro. Ao agirmos solidariamente, na realidade, recebemos o benefício da satisfação, que é uma sensação de gratificação voluntária.
Mas o sistema educacional, ao dizer que educa para a solidariedade, o que faz, na verdade, é tornar um aspecto natural do homem como uma das tantas obrigações, transformando-a em servidão e em medição de caráter ou de imagem moral.
Mas o sistema educacional, ao dizer que educa para a solidariedade, o que faz, na verdade, é tornar um aspecto natural do homem como uma das tantas obrigações, transformando-a em servidão e em medição de caráter ou de imagem moral.
Vídeo: A distorção dos direitos humanos
A Declaração dos direitos humanos, na sua origem, foi pensada como forma
de proteger a vida, a liberdade e a propriedade das pessoas contra os
que violam esses direitos, que são naturais e autoevidentes.
O
problema é que isso foi distorcido e, hoje, busca-se defender os que violam esses
direitos ao invés de aquele que sofreu a violação.
sexta-feira, 25 de novembro de 2016
Vídeo: A Revolução Industrial tão mal falada nos livros didáticos
A Revolução Industrial é tratada nos livros didáticos como um
acontecimento ruim, embora o mundo que temos hoje tenha se beneficiado
de tudo que ele produziu: mais conforto, relativa segurança alimentar,
fim da escravidão, meios de transporte e de comunicação, maior
expectativa de vida, entre outros. Os críticos dessa Revolução quem
sabe gostariam de viver em um tempo anterior a ela, com condições
precárias para 95% da população, com insegurança alimentar, baixa
expectativa de vida e tendo como regra a miséria entre as pessoas.
Vídeo: Equidade ou a ditadura da igualdade (socialista) com nova roupagem
O discurso da igualdade social foi substituído pelo da equidade que,
segundo argumentam, é a intervenção "positiva" para garantir que todos
tenham a mesma partida na "maratona da vida" para que reduza a injustiça
da chegada. Ocorre que não há como garantir as mesmas condições
sem que o Estado usurpe as liberdades individuais, crie leis injustas,
force as pessoas a uma vida de servidão e, inclusive, destrua a economia
do país, já que, com tal prática, ele acaba com os incentivos naturais
do espírito do empreendedor. Na verdade, equidade é um marxismo
disfarçado. É a mesma ditadura da igualdade dos socialistas do século XX
com nova roupagem.
quinta-feira, 24 de novembro de 2016
Vídeo: Postura contemplativa diante da vida versus vida ativa
As pessoas são educadas ou estimuladas a valorizar tanto o que é
coletivo, o que é do outro, o maravilhoso e espetacular da sociedade,
que se tornam desinteressadas na própria vida, na realização das
potencialidade e dos sonhos pessoais. A aceitação ou não do discurso
do homem espectador divide a sociedade em pessoas de ideias e pessoas
de ação. O primeiro grupo renuncia à própria realização ou simplesmente
tem um gosto pela vida intelectual ou contemplativa, enquanto o segundo
só se satisfaz quando realiza seus objetivos pessoais de vida.
quarta-feira, 23 de novembro de 2016
Vídeo: Os pais é que devem decidir sobre a carga horária do filho, não o Estado
Em nosso país, vivemos a grave realidade de que os pais não têm o
direito de escolha sobre a educação dos filhos. São obrigados a
matriculá-los na idade exigida pelo Estado e a frequentar dentro das
regras estabelecidas e, inclusive, a vê-los submetidos a um currículo que não expressa os interesses deles. Por uma
questão de direito autoevidente (e natural), os pais é que têm a
"propriedade" de seus filhos, não o Estado espartano que ainda persiste.
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