A intervenção militar de 1964 aparece nos livros didáticos como o Golpe
de 1964 como provavelmente a intervenção jurídica de 2016 comparecerá. E
não poderia ser diferente. Quem faz os livros? Quem forma os
professores? O gosto pelas ideias socialistas enviesa a discussão e é
o que chega para os estudantes. Os guerrilheiros de 64 e os
políticos de 2016 que compunham o poder tentaram convencer a população
de que queriam o melhor para o país, que são do bem, quando o que
queriam era o poder para implantar suas ideologias de ódio à liberdade
individual. Mas, claro, não é isso que consta nem constará nos
livros
didáticos.
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