O livro traz uma proposta de pedagogia antagônica às pedagogias que estão aí: defende a valorização da individualidade por oposição ao coletivismo que chega às escolas e que sufoca os estudantes e seus projetos pessoais de vida; critica o tal do senso crítico, que nada mais é do que o senso marxista, propondo, no seu lugar, a valorização do discernimento pessoal do estudante; propõe também a ideia de uma escola mínima ou não intervencionista como uma forma de proteger os estudantes da doutrinação e do moralismo; faz a apologia ao viés liberal para interpretação da realidade no lugar do viés socialista e de uma psicologia vitimista. Em suma, apresenta uma nova abordagem na forma de conceber a educação. É uma proposta absolutamente antagônica às pedagogias consagradas pela escola.
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